Dia 29 | Terça | Alex Harp & Ricardo Passos
As Terças são do Jazz e do Blues
Horário: 20h às 22h
Ingresso: R$ 7,00
Influenciado pelo Rhythm and Blues, o guitarrista e vocalista Ricardo Passos conhece bem os palcos de Curitiba por ser integrante de bandas que se dedicavam a esse estilo. Inspirado pelo Delta Blues, decidiu trocar a guitarra pelo violão e criar um projeto acústico de blues. Foi aí que nasceu a parceria com Alex Harp, que levou a sério seu sonho de tocar gaita de boca e adentrou de vez o mundo do blues. Desde então, passaram a compartilhar desse desejo comum de executar com afinco os grandes clássicos do blues .
Dia 1 | Quarta | Eu Você e Maria
Eletrônico experimental / MPB
Horário: 20h30
Local: Realejo Culinária Acústica
Ingresso: 7,00
A banda Eu, Você e Maria, desde agosto de 2009, promove um trabalho revigorante no cenário curitibano. Do curso de musicoterapia da Faculdade de Artes do Paraná surge a determinação de três jovens que escolheram a música como profissão, e que resolveram contribuir de forma criativa para a Música Popular Brasileira e para a manifestação local da arte. O resultado do trabalho de pesquisas e experimentações de Fabio Raesh, Ju Fiorezi e Nani Barbosa foi logo postado em mídias sociais, despertando o interesse de outros músicos e da imprensa. A banda caracteriza-se por apresentar ritmos populares brasileiros, como bumba-meu-boi e maracatu, recriados a partir da programação eletrônica, loops e samples. No palco, as composições próprias e as releituras de importantes músicos da MPB ficam mais ricas com as experimentações das três vozes, com a interação das artes visuais, do cenário e figurinos que transformam as situações cotidianas em algo belo e lúdico.. A originalidade na experimentação vocal e tecnológica está mais próxima do público, incentivando que o observador saia do lugar comum e conheça um novo estilo sonoro em meio à simplicidade da manifestação popular.
Dia 2 | Sexta | Giancarlo Ruffato
Canção Popular Melodramática / Blues / Brega
Horário: 20h30
Local: Realejo Culinária Acústica
Ingresso: 7,00
Nos últimos 4 anos venho gravando um disco atrás do outro, disco, EP, single, etc – quase todos caseiros e virtuais, claro. Todos contaram com a ajuda de amigos que divulgaram em seus blogs tantos meus trabalhos solos quanto os trabalhos com a Hotel Avenida, banda que durou até 2011 e lançou um single e um EP em 2009 e conseguiu até uma notinha no mundo real – digo, na Revista Rollingstone.Em 2010 gravei um disco chamado “Machismo”, uma homenagem aos homens da minha família e uma ode à total falta de jeito do homem para com os sentimentos, enfim, aquele papinho do homem atual ser a nova mulher. A gravação deste disco custou 20 reais e rendeu muito, muito mesmo. Lembra no parágrafo de cima que disse ter conseguido tudo que os indies almejam? Então, de 2010 para cá, “Machismo” recebeu elogios e foi citado em diversas lugares legais, incluindo o Senhor F, o Alto Falante e o Scream&Yell – a santa tríade dos jornalismo cultural independente dos anos 00. Alem disso, entrou na listinha de muita gente bacana por ai, um disco que teve aproximadamente 100 copias físicas e passou dos 4500 downloads virtuais. Em 2011, eu iria me aposentar. Estava tudo certo, comprar uma moto, me fingir de Bob Dylan, me acidentar e sumir, mas tinha um monte de músicas pra gravar. Como o disco de 2010. continuou rendendo matérias legais como no site Osarmenios, resolvi gastar um dinheiro e comprar bons equipamentos de gravação pra melhorar a coisa da produção caseira. Resultado: lancei uma dúzia de canções em formato de singles e um compacto, todos lançados
em algum feriado/data especial. O mundo não comporta mais discos cheios, discos cheios são feitos para entrar em listas de discos do ano e no fim do ano, ninguém mais lembra o que ouviu em março e por ai vai. No meio do caminho, ganhei um daqueles entrevistões que o site Scream & Yell faz de vez em
quando – o que fez meus singles ganharem alguma notoriedade devido aos covers que vinham escondidos no lado B. O single #2 vinha (ainda vem) com uma versão para “Ando só” do Engenheiros do Hawaii e supostamente foi aprovada pelo cara que a fez – Humberto Gessinger, bem, pelo menos ele disse que gostou no twitter. Ao mesmo tempo “Compacto” – 3° lançamento de 2011, entrou na lista do Coquetel Molotov “Uma nova Música brasileira está
surgindo” com 12 lançamentos gratuitos de 2011 e tem sido elogiando por um monte de gente legal. Não para por ai: torrando o saco de todo mundo, regravei uma versão rocka pra “it must have been love” aquela mesma do Roxette e de repente todo mundo esqueceu que música era e baixou/ouviu loucamente a canção no soundcloud – com uma mãozinha do Trabalho Sujo. Essa versão é B-side do single de dia das crianças “Fliperama”. O ultimo lançamento, “#5”
conta com a canção “Cão Guia” e com a versão de “O menino da Porteira” – aquela mesma creditada ao Sergio Reis, mas que ninguém sabe de quem é.
Provavelmente no natal seja lançado uma coletânea física e virtual contendo somente o lado A destes singles, mais algumas inéditas. Ainda não decidi o nome, a duvida está entre “Tenho mais singles que amigos.” ou “Trilha sonora de novela.”.
Dia 3 | Sábado | Dança do Ventre e suas Vertentes
Horário: 20h30
Local: Realejo Culinária Acústica
Ingresso: 10,00
Tradicional expressão árabe, a dança do ventre une amor, sensualidade, força e alegria em sua prática, e é executada com perfeição aos sábados no “Realejo Culinária Acústica”. O Estúdio Flor de Lótus apresenta, além da tradicional Dança do ventre, com bailarinas da Cia Flor de Lótus de Dança Oriental, demonstrações de Tribal Fusion com bailarinas da Tribal Lótus e Estúdio Flor de Lótus.
